Moradia improvisada tem preocupado e incomodado vizinhos que afirmam que o homem é acumulador de lixo
Uma árvore na Praça Sete de Setembro, em Ribeirão Preto, tem chamado a atenção, não pelo risco de queda, mas por ter se tornado moradia improvisada de um homem em situação de rua. O problema, que já dura seis anos segundo moradores, envolve o acúmulo de lixo e a realização de necessidades fisiológicas na árvore.
Preocupação dos Moradores
A aposentada Laura Aparecida Silva, que reside em frente à árvore, relata o acúmulo de lixo e o mau cheiro, principalmente em dias quentes. A situação afeta a estética da praça, um importante espaço cultural da cidade, e preocupa os moradores com a proliferação de doenças. O taxista Manuel Martins, que trabalha próximo ao local há décadas, destaca os riscos de acidentes causados pela subida do morador pelas raízes da árvore e pelo acúmulo de materiais.
Riscos e Falta de Manutenção
O acúmulo de lixo e a falta de higiene geram preocupações com a saúde pública, incluindo o risco de dengue. Após um incidente em que um galho caiu sobre um carro, a prefeitura realizou uma poda, mas o problema da sujeira persiste. O vigia Roberto Furlaneto, que trabalha em uma padaria próxima, reforça os impactos negativos para moradores e comerciantes devido ao mau cheiro e à degradação do espaço público.
Ação da Prefeitura
A Secretaria Municipal de Infraestrutura informou que já iniciou os trabalhos de limpeza no local, retirando parte dos entulhos e prometendo continuar a ação de zeladoria. A situação demonstra a necessidade de ações integradas para lidar com a questão da população em situação de rua e a manutenção da limpeza e segurança dos espaços públicos.



