Secretaria de Saúde aguarda exames em homem de 52 anos que faleceu na sexta-feira
Em resposta à crescente preocupação com a relação entre o Zika Vírus e a microcefalia, a cidade de Guariba, interior de São Paulo, lançou uma campanha preventiva com o objetivo de orientar suas moradoras sobre os riscos da infecção durante a gravidez. A iniciativa, liderada pelo prefeito, busca reduzir a incidência de casos de microcefalia na região, que, até o momento, não registrou ocorrências de Zika Vírus ou febre chikungunya.
Estratégias de Prevenção e Orientação
A campanha em Guariba foca na disseminação de informações sobre métodos contraceptivos e medidas preventivas contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor do Zika Vírus, dengue e chikungunya. O clínico geral e gastroenterologista Francisco Dias Mansanos Jr. ressalta a importância de adiar a gravidez por alguns meses ou até um ano, período em que se espera obter mais conhecimento sobre a doença e garantir gestações mais seguras e conscientes.
Impacto Potencial e Medidas Adicionais
Com uma média de 40 partos mensais, a prefeitura de Guariba almeja diminuir esse número nos próximos meses como medida de precaução. O prefeito expressa preocupação com as possíveis consequências da infecção congênita, como microcefalia e lesões oculares, que podem afetar a criança por toda a vida. A falta de estrutura adequada para atender crianças com essas condições na região também motivou a ação preventiva.
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Suspeita em Franca e a Busca por Confirmação
Enquanto isso, em Franca, a Secretaria de Saúde aguarda os resultados de exames para confirmar se um homem de 52 anos, falecido recentemente, estava infectado pelo Zika Vírus. O paciente, que estava internado na UTI da Santa Casa de Franca, não resistiu a uma infecção generalizada. A Vigilância em Saúde de Franca realizou o teste devido aos sintomas neurológicos apresentados pelo paciente, que podem estar relacionados ao vírus. O resultado do exame, realizado pelo Instituto Adolf Lutz, é aguardado em até 30 dias.
A iniciativa em Guariba demonstra uma abordagem proativa na prevenção da microcefalia, enquanto a investigação em Franca ressalta a importância da vigilância contínua e da busca por diagnósticos precisos em casos suspeitos.



