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Homem preso suspeito de participar de ataque a carro-forte, contou com ajuda de funcionário de UPA

Rapaz foi baleado no pé e procurou atendimento médico em Valinhos, onde tinha um amigo que trabalhava na unidade de saúde
Homem preso suspeito de participar
Rapaz foi baleado no pé e procurou atendimento médico em Valinhos, onde tinha um amigo que trabalhava na unidade de saúde

Rapaz foi baleado no pé e procurou atendimento médico em Valinhos, onde tinha um amigo que trabalhava na unidade de saúde

Um homem foi preso após procurar atendimento médico com um ferimento grave no pescoço, Homem preso suspeito de participar de ataque a carro-forte, contou, suspeito de envolvimento no ataque a um carro-forte na região de Franca. A investigação da Polícia Civil aponta que ele teria recebido ajuda de um funcionário da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Valinhos para tentar ocultar a origem da lesão.

Segundo os investigadores, Roberto Marques Trovão Lafaéfe, de 36 anos, contou com o auxílio de Marcos Vinicius Cavalcante Pereira da Silva, prestador de serviços de uma empresa terceirizada responsável pela escala médica da UPA. A intenção, conforme apurado, era evitar que a verdadeira causa do ferimento fosse descoberta quando ele buscasse atendimento na unidade.

A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva de Marcos Vinicius, que teria tentado convencer os médicos de que o ferimento foi resultado de um acidente de trabalho, e não de um disparo de arma de fogo ocorrido durante o assalto à empresa de valores na Cândido Portinária, em Restinga. Essa suspeita foi levantada pelos profissionais de saúde, o que culminou na prisão de Lafaéfe.

A defesa de Marcos Vinicius afirmou que ele não cometeu nenhum crime ao ajudar um paciente a receber atendimento médico e que não tinha influência para alterar ou ludibriar os procedimentos médicos na unidade.

A Secretaria de Saúde de Valinhos informou que Marcos Vinicius é escalista de uma empresa terceirizada que atua em várias cidades e que ele não cumpre jornada fixa na UPA de Valinhos. A secretaria também ressaltou que todas as informações relevantes já foram repassadas às autoridades policiais.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o parecer da Justiça em relação ao pedido de prisão preventiva de Marcos Vinicius. É importante destacar que ferimentos causados por arma de fogo devem ser comunicados imediatamente às autoridades policiais, conforme previsto em lei.

Contexto da prisão: Roberto Marques Trovão Lafaéfe foi preso após tentar obter atendimento médico para um ferimento grave no pescoço, que teria sido causado durante um assalto a um carro-forte. A investigação indica que ele buscou auxílio na UPA de Valinhos para tratar a lesão.

Envolvimento do funcionário da UPA: Marcos Vinicius Cavalcante Pereira da Silva, prestador de serviços terceirizado e responsável pela escala médica da UPA, teria auxiliado Lafaéfe a tentar disfarçar a origem do ferimento, orientando-o a dizer que o ferimento foi causado por um acidente de trabalho.

Posicionamento das partes envolvidas

A defesa de Marcos Vinicius nega qualquer irregularidade, afirmando que ele apenas ajudou um paciente a receber atendimento e não interferiu nos procedimentos médicos. A Secretaria de Saúde de Valinhos confirmou que Marcos Vinicius não tem jornada fixa na unidade e que as informações foram encaminhadas às autoridades.

Procedimentos legais e comunicação obrigatória: O pedido de prisão preventiva de Marcos Vinicius foi feito pela Polícia Civil, mas ainda não há decisão judicial divulgada. A legislação exige que ferimentos por arma de fogo sejam comunicados imediatamente à polícia, procedimento que está sendo seguido pelas autoridades.

Entenda melhor

O caso envolve a tentativa de ocultar a verdadeira causa de um ferimento grave, que pode comprometer investigações criminais. A colaboração de funcionários de unidades de saúde em casos como este é fundamental para garantir a transparência e o cumprimento da lei. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes.

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