Presidente da Câmara de Bebedouro, vereador Beto Mazzei, levou tapa na cara antes do início da sessão de segunda-feira
A sessão da Câmara Municipal de Bebedouro, interior de São Paulo, foi palco de um incidente inusitado durante a votação de uma moção de repúdio à nomeação do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil. O caso, que envolveu um morador da cidade e o presidente da Câmara, gerou debates acalorados e promete desdobramentos legais.
A Manifestação e a Ameaça de Expulsão
Francisco Pado, um cidadão de 64 anos, compareceu à Câmara para expressar sua insatisfação com a prioridade dada a uma pauta federal. Segundo relatos, Pado questionou os vereadores sobre o apoio à moção de repúdio. O presidente da Câmara, vereador Beto Mazeu, alegou ter pedido calma a Pado, advertindo-o sobre a possibilidade de ser convidado a se retirar caso tumultuasse a sessão.
O Tapa e a Acusação de Agressão
O clima tenso culminou em um momento de confronto. Beto Mazeu afirma ter sido agredido com um tapa no rosto por Francisco Pado. A versão de Pado é diferente. Ele alega que apenas exercia seu direito de cidadão e que não tinha intenção de agredir ninguém. Pado se sentiu desrespeitado e ameaçado de expulsão, argumentando que a Câmara é a “casa do povo” e que os vereadores devem respeitar os cidadãos.
Leia também
Repercussão e Medidas Legais
O vereador Beto Mazeu declarou que irá requisitar as imagens do sistema de segurança da Câmara e entrará com uma ação legal contra Francisco Pado. O caso levanta questões sobre os limites da liberdade de expressão em ambientes legislativos e a importância do respeito mútuo entre representantes e cidadãos.
O episódio serve como um lembrete da importância do diálogo e da civilidade no debate público, mesmo em momentos de divergência de opiniões.



