Preocupação com a proliferação da dengue também chamou a atenção nos cemitérios
Neste Dia de Finados, Ribeirão Preto recebeu um grande fluxo de visitantes nos cemitérios da cidade. A expectativa era de 80 mil pessoas no Cemitério Bom Pastor, 70 mil no da Saudade e 20 mil no Cemitério Bom Fim. A estimativa para o cemitério de São Paulo ficou um pouco abaixo do esperado.
Fluxo de Visitantes e Infraestrutura
Apesar do grande número de visitantes, o período da manhã, de maior circulação, transcorreu sem maiores problemas. Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto, destacou a importância do dia para renovar a fé e lembrar dos entes queridos com gratidão. No Cemitério da Saudade, o mais antigo da cidade, uma nova sala de informações foi disponibilizada para auxiliar na localização de túmulos, facilitando a visitação, principalmente para idosos. A administração do local, através de Josimar Carrera, ressaltou a iniciativa como forma de reduzir o esforço físico dos visitantes.
Saúde e Segurança
Foram intensificadas as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela. A estratégia incluiu orientações ao público, inspeções de voluntários e distribuição de areia para evitar acúmulo de água parada nos vasos. A distribuição de água pela empresa ERPI também foi fundamental, principalmente devido ao tempo abafado. Van der Leijer Ciera Costa, aposentado, destacou a importância da hidratação, especialmente para idosos.
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Comércio Local
O tempo abafado impactou negativamente as vendas de flores e velas. Elizabeth Sousa Lima, vendedora, relatou queda nas vendas e na margem de lucro ao longo dos anos. Uma pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo apontou uma redução de 31,8% na procura por flores em relação a 2015. Apesar dos desafios, o dia foi marcado pela fé, lembranças e solidariedade.



