Neste ano a economia gerada com a mudança de horário foi maior que nos últimos anos
Neste domingo, o horário de verão termina e os relógios devem ser atrasados em uma hora à zero hora. A mudança de horário é um tema que gera debates, com muitas pessoas relatando dificuldades de adaptação.
Adaptação ao novo horário
A adaptação ao novo horário costuma ser mais tranquila quando se ganha uma hora, como é o caso do fim do horário de verão. Segundo o neurologista Alan-Louise Eckley, a re-adaptação leva em média um dia para cada hora de diferença. No caso do horário de verão, com apenas uma hora de alteração, a maioria das pessoas se adapta em um único dia. Existem exceções, com algumas pessoas necessitando de mais tempo para se ajustar.
Dicas para facilitar a adaptação
Para facilitar a adaptação, o especialista recomenda a exposição à luz solar logo pela manhã e o ajuste dos horários de alimentação de acordo com o novo horário. Ajustar os hábitos ao horário desejado, principalmente a exposição à luz matinal, é a maneira mais eficaz de se adaptar, seja em viagens ou com a mudança do horário de verão.
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Economia de energia
O horário de verão, que durou 126 dias, proporcionou uma economia de energia significativa. De acordo com dados da CPFL, a economia foi suficiente para abastecer Ribeirão Preto por 14 dias, Araraquara por 39 dias e Franca por 41 dias. A previsão do governo é que a economia total seja de 74 mil quilowatts-hora.
Com o término do horário de verão, a população volta ao horário padrão, e a expectativa é que a adaptação ocorra de forma gradual para a maioria da população, com a ajuda de hábitos simples como exposição à luz solar e organização dos horários de alimentação.



