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Houve erro em não apresentar especificações necessárias, diz gestor público sobre Nove de Julho

Nova licitação está R$ 3 milhões mais cara e reacende a preocupação de comerciantes com o impacto da revitalização na região
Nove de Julho
Nova licitação está R$ 3 milhões mais cara e reacende a preocupação de comerciantes com o impacto da revitalização na região

Nova licitação está R$ 3 milhões mais cara e reacende a preocupação de comerciantes com o impacto da revitalização na região

A obra de revitalização da Avenida 9 de Julho, em Ribeirão Preto, enfrenta novos desafios após o aumento de R$ 3,2 milhões em seu orçamento, passando para R$ 34,3 milhões. A situação preocupa comerciantes locais que sofrem com a paralisação dos trabalhos e pedem agilidade na resolução do impasse.

Obras Paralisadas e Custos Elevados

O projeto inicial, de R$ 31,1 milhões, previa a construção de galerias de água e a revitalização do pavimento histórico. A contratação da Construtora Metropolitana foi cancelada após o avanço de apenas 8% da obra, apesar do cronograma prever 40% em dezembro. A construtora alegou dificuldades devido à descoberta de uma galeria não prevista no projeto original, entrando na justiça contra uma multa imposta pela prefeitura. A tentativa de contratação da segunda empresa classificada na licitação também falhou, resultando na necessidade de uma nova concorrência pública, com o consequente aumento nos custos.

Impacto nos Comerciantes e Busca por Soluções

Com a obra parada, comerciantes da região relatam queda significativa no faturamento devido às interdições. Para minimizar os impactos, a prefeitura implementou medidas paliativas como a criação de vagas de estacionamento, limpeza do canteiro central e a implantação do sistema de cobrança de áreas azuis. Apesar dessas ações, o sentimento de abandono persiste, e a preocupação com o prolongamento da obra e seus reflexos econômicos permanece.

Prefeitura e Próximos Passos

O novo valor da obra está sob análise da Procuradoria-Geral do Município. Após essa etapa, o processo seguirá para a Secretaria de Administração para dar andamento nos documentos. Ainda não há previsão de quando a nova licitação será concluída e a obra retomada. Especialistas em direito público criticam a falta de especificações detalhadas no projeto inicial, que contribuiu para o aumento de custos e atrasos. A urgência em solucionar o impasse é crucial, considerando o impacto negativo para o comércio local e a necessidade de minimizar os transtornos para a população.

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