Escritor natural de Araraquara participou do segundo dia da Feira do Livro 2017
Encontro Inesperado na Feira do Livro
Inácio de Loyola Brandão, renomado escritor com 43 livros publicados em 14 idiomas e 5 prêmios Jabuti, protagonizou um encontro marcante na Feira do Livro de Ribeirão Preto. Em uma conversa descontraída, o autor compartilhou uma experiência ímpar aos 80 anos: a apresentação de seu trabalho para 1.100 estudantes que analisaram e reinterpretaram suas obras, principalmente “Os Olhos Cegos” e “Os Cavalos Loucos”. Brandão destacou a emocionante conexão com esses jovens, demonstrando a capacidade da literatura de transcender gerações.
Literatura, Juventude e Tecnologia
O autor participou do Salão de Ideias, abordando suas técnicas para aproximar os jovens da literatura e desmistificando a ideia de que a crônica é uma subliteratura. Brandão enfatizou a importância de formar leitores, acreditando que a experiência com os estudantes inspirará muitos a se tornarem apaixonados pela leitura. Ele destacou que a tecnologia, representada pela inteligência artificial, não precisa ser inimiga da literatura, mas sim uma ferramenta a ser usada com sabedoria, sem diminuir a profundidade e a riqueza dos textos.
O Convite à Leitura
Finalizando a entrevista, Brandão estendeu um convite caloroso ao público para visitar a 17ª Feira do Livro de Ribeirão Preto, destacando a atmosfera acolhedora e as diversas atividades oferecidas: desde a oportunidade de encontrar livros e conversar com autores até a possibilidade de assistir a palestras, shows e conferências. O escritor ressaltou que, independentemente do interesse em livros, a feira proporciona um ambiente de troca e conexão entre pessoas, reforçando o poder unificador da literatura.
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A experiência de Inácio de Loyola Brandão na Feira do Livro demonstra a força da literatura em conectar gerações e a importância de promover a leitura em todas as idades. A interação com os jovens e o convite à visita demonstram o entusiasmo do autor em compartilhar sua paixão pelas letras e a crença no poder transformador dos livros.



