Missas foram prejudicadas por conta do furto de fios; nem as câmeras de monitoramento e as concertinas têm afastado os bandidos
Igrejas de Ribeirão Preto têm sido alvo constante de furtos, afetando não só a estrutura física dos locais, mas também as atividades religiosas e sociais que nelas ocorrem.
A onda de furtos em igrejas
O aumento de casos de furto de fios em igrejas tem prejudicado missas e outras atividades. Mesmo com medidas de segurança como concertinas, câmeras e alarmes, os criminosos têm conseguido agir. Um exemplo disso é a Igreja São Geral, na Vila Mariana, onde os fios foram furtados duas vezes em menos de 15 dias, interrompendo as missas e aulas de catequese.
Impacto nas atividades religiosas e sociais
A falta de energia elétrica afeta diretamente as celebrações, impossibilitando o uso de equipamentos de som. Aulas de catequese noturnas foram canceladas, e a iluminação das missas depende atrásra exclusivamente da luz solar. Além disso, outros itens como ar-condicionado (Igreja Maria Goretti, na Vila Virgínia) e até mesmo itens de higiene (como relatado pelo Conselho Paroquial da Igreja Santo Antoninho) têm sido alvos dos ladrões.
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A busca por segurança e a resposta das autoridades
A situação tem gerado insegurança entre os fiéis e a comunidade. Algumas igrejas, como a Santo Antoninho, nos Campos Elíseos, já investiram em muros e outros equipamentos de segurança. A Polícia Militar afirma realizar patrulhamento e operações diárias contra furtos e roubos, e solicita a colaboração da população por meio de denúncias pelo 190. Apesar dos esforços, a sensação de insegurança persiste, principalmente em igrejas localizadas em bairros próximos ao centro da cidade. A comunidade espera que as igrejas voltem a ser lugares de tranquilidade e paz.



