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Ileíte suína preocupa produtores e exige atenção na prevenção do rebanho

Doença afeta o desempenho dos suínos, gera prejuízos econômicos e tem na vacinação uma das principais formas de controle
ileíte suína
CNA/ Wanderson Araujo/Trilux

A ileíte suína é considerada uma das doenças mais relevantes da suinocultura moderna e pode causar impactos significativos na produção. Provocada por uma bactéria que compromete o intestino dos animais, a enfermidade afeta principalmente suínos em fase de crescimento, prejudicando a absorção de nutrientes e o desempenho ao longo de todo o ciclo produtivo.

Embora possa se manifestar de forma aguda, com quadros graves e até morte súbita, a forma subclínica é a mais comum e a mais difícil de identificar. Nesses casos, os prejuízos aparecem na forma de crescimento retardado, menor uniformidade do plantel e pior desempenho zootécnico, mesmo sem sinais claros de diarreia.

O diagnóstico envolve avaliação clínica, histórico do plantel e exames laboratoriais, enquanto a prevenção é apontada como a principal estratégia de controle. A vacinação dos leitões, aliada a medidas de biossegurança e manejo, tem mostrado resultados positivos na redução dos impactos da doença. Os detalhes e orientações completas você confere no áudio do Giro do Agro.

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