Padrasto do menino de um ano e quatro meses foi preso em Ribeirão Preto, como principal suspeito do crime
A Polícia Civil de Ribeirão Preto avança na investigação da morte de um bebê, ocorrida na última terça-feira, após agressões e abuso sexual. O padrasto da criança, Wellington Aparecido Braga Vieira, é o principal suspeito e está preso temporariamente. A delegada Luciana Ruivo, titular da Delegacia de Defesa da Mulher, considera o laudo do DNA como prova crucial no caso.
O Laudo de DNA como Prova Central
A delegada Ruivo enfatizou a importância do laudo de DNA, coletado de Wellington Vieira para comparação com o material encontrado no corpo do menino. Segundo ela, o resultado poderá confirmar o estupro, sendo a prova mais contundente contra o suspeito. “Essa é a minha melhor prova, o laudo é a minha melhor prova”, declarou a delegada.
Confissão e Detalhes Chocantes
Além da prova técnica, a delegada revelou que Wellington Vieira confessou o crime, tanto para a polícia quanto para um policial militar. “Ele confessou, ele disse com todas as palavras, ele contou para a gente coisas que a gente acho que não conviu. Foi chocante mesmo”, relatou Ruivo, evidenciando a brutalidade do crime.
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Possível Omissão da Mãe
Apesar de, inicialmente, a mãe do bebê não ser considerada suspeita, a delegada Ruivo não descarta a possibilidade de indiciamento por omissão. A mãe relatou ter saído para levar a sogra ao posto de saúde, deixando o menino e outro filho com o padrasto. O histórico criminal de Vieira, que inclui roubo, tráfico de drogas e agressão, pode ser um fator determinante para essa avaliação. O Ministério Público poderá analisar se a mãe tinha condições de prever o comportamento do companheiro, como ocorreu em outros casos de repercussão.
A investigação segue em andamento, com a polícia buscando esclarecer todos os detalhes do crime e determinar as responsabilidades de cada envolvido.



