Problemas entre Prefeitura de Ribeirão Preto e Consórcio PróUrbano estão atrasando oito obras que já deveriam estar funcionando
Um novo impasse entre a Prefeitura de Ribeirão e o Consórcio Prourbano lança dúvidas sobre a entrega das oito estações de ônibus de bairro previstas em contrato. A situação pode levar a chefe do executivo, Darci Vera, a concluir seu mandato sem inaugurar nenhuma das estruturas, que já deveriam estar em pleno funcionamento.
Alegações de Aumento de Custos
O Consórcio Prourbano alega que os custos das estações aumentaram significativamente em relação ao previsto no contrato assinado em 2012 e editado em 2014. Como exemplo, o consórcio cita o terminal da estação rodoviária, cujo custo teria atingido R$ 13,9 milhões, em contraste com a estimativa inicial de R$ 7,8 milhões. Segundo o Prourbano, cada estação estava originalmente orçada em R$ 150 mil.
Posicionamento da Prefeitura
Luiz Rufino, presidente da Comissão da Prefeitura responsável por acompanhar o contrato, afirma que o diálogo com as empresas está em andamento. Ele ressalta, no entanto, que cabe ao poder público a decisão de realizar eventuais suspensões no contrato devido às divergências de preços.
Multas e Expectativas
A Prefeitura iniciou a cobrança de multa diária de R$ 3 mil, retroativa a 13 de janeiro, devido ao atraso do consórcio nas obras de três estações. Apesar da ausência de prazos definidos, o Palácio Rio Branco busca inaugurar pelo menos três estações até junho.
A situação permanece incerta, com o futuro das estações de ônibus de bairro dependendo da resolução do impasse entre as partes envolvidas.



