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Infectologista orienta sobre o uso do repelente

Tempo de fixação, além de outras informações, devem ser checadas nas embalagens antes da aplicação
uso de repelente
Tempo de fixação, além de outras informações, devem ser checadas nas embalagens antes da aplicação

Tempo de fixação, além de outras informações, devem ser checadas nas embalagens antes da aplicação

Com o aumento dos casos de dengue, a prevenção individual é crucial. Ações simples, como a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti dentro de casa, são o primeiro passo.

Uso correto de repelentes

O uso de repelentes é outra medida eficaz. A infectologista Suzy Bebbit recomenda aplicá-lo por último, após a absorção completa de outros produtos como protetor solar (esperar de 20 a 40 minutos). É importante observar as instruções da embalagem, respeitando o tempo de duração e a frequência de reaplicação. Existem repelentes específicos para crianças e é preciso estar atento a possíveis alergias. Evite o contato com olhos, boca e nariz. Com sprays, tome cuidado com a inalação, principalmente em crianças.

Medidas adicionais de prevenção

Além dos repelentes, outras medidas são importantes: evitar a entrada do mosquito com telas e portas fechadas (principalmente no início da manhã e final da tarde); usar mosquiteiros em quartos de crianças; e, em ambientes infestados, utilizar inseticidas ou repelentes de tomada. A médica ressalta a importância da colaboração da população para eliminar criadouros e evitar a proliferação do mosquito.

Ações governamentais e custo dos repelentes

A questão do alto custo dos repelentes foi levantada, com sugestões de subsídios governamentais para melhorar o acesso da população. Outras medidas, como o uso de pesquisas universitárias com mosquitos geneticamente modificados e armadilhas, também são citadas como alternativas eficazes para o controle da dengue. Embora algumas prefeituras já estejam adotando essas técnicas, a eliminação de criadouros por meio da colaboração individual continua sendo a principal estratégia. Em casos de epidemia, como em Araraquara, a instalação de unidades de saúde adicionais se torna necessária para atender à demanda.

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