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Infectologista traz orientações de como diferenciar os tipos de gripe

Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto já confirmou duas mortes H1N1 e outra por H3N2 em 2019
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Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto já confirmou duas mortes H1N1 e outra por H3N2 em 2019

Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto já confirmou duas mortes H1N1 e outra por H3N2 em 2019

Três mortes por gripe foram registradas em Ribeirão Preto neste ano, e outras suspeitas estão sob investigação pela Secretaria Municipal de Saúde. A situação gerou preocupação na população, levando a CBN a entrevistar a médica infectologista Dra. Silvia Fonseca para esclarecer dúvidas e fornecer orientações.

Gripe comum x H1N1: Quais as diferenças?

A Dra. Fonseca explica que diversos vírus causam sintomas respiratórios (tosse, coriza, dor de garganta). A gripe, com sintomas mais fortes como febre alta, dor no corpo e possível falta de ar/pneumonia, é causada pela influenza (H1N1, H3N2, etc.). Embora assuste, a circulação desses vírus é anual, e a vacinação gratuita, oferecida há 20 anos para grupos de risco e, atualmente, para toda a população, é uma medida eficaz de prevenção.

Grupos de risco e a importância da vacinação

Grupos de risco, como crianças menores de dois anos, idosos acima de 60 anos e pessoas com comorbidades (diabetes, doenças cardíacas e pulmonares), são mais suscetíveis a complicações. A vacinação em massa protege não só os indivíduos, mas também aqueles com menor resposta imunológica (idosos, bebês), criando uma ‘imunidade de grupo’. A eficácia da vacina varia, mas sua importância na redução de hospitalizações e mortes é inegável.

Prevenção além da vacina: Higiene e cuidados

A médica destaca que, além da vacinação, hábitos de higiene são cruciais, principalmente no inverno, quando há maior aglomeração e o vírus se propaga mais facilmente. Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou usar álcool em gel, além de evitar tocar olhos, nariz e boca, são medidas preventivas importantes. A Dra. Fonseca enfatiza a disponibilidade da vacina na rede pública e incentiva a população a se vacinar, lembrando que a imunização leva duas semanas para atingir sua eficácia máxima e dura até o ano seguinte.

A entrevista reforça a importância da vacinação anual contra a gripe, considerando a mutação do vírus a cada ano. A conscientização sobre a prevenção, aliada à vacinação, é fundamental para reduzir o impacto da gripe na população, minimizando casos graves e hospitalizações.

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