Letízia Bustos implantou dispositivo intrauterino há quatro anos e se surpreendeu com a gravidez em dezembro; chance é de 0,6%
A influenciadora digital e consultora de gestões Letizie Abustos viralizou nas redes sociais ao compartilhar um vídeo de um ultrassom que mostra o bebê chutando o dispositivo intrauterino (DIU) que ela implantou há quatro anos para evitar a gravidez — Influenciadora tem surpresa após ultrassom mostrar —. A publicação já conta com quase 3 milhões de visualizações.
Letizie, que é de Uberlândia, relatou que utilizava a pílula anticoncepcional e, há quatro anos, optou pelo DIU de cobre, um método contraceptivo sem hormônios que funciona como uma barreira para impedir a fecundação do óvulo. Em dezembro do ano passado, após o atraso da menstruação, ela realizou um exame que confirmou a gestação.
Baixa probabilidade de gravidez com DIU
O percentual de gravidez com o uso de métodos anticoncepcionais como o DIU é baixo, cerca de 0,6%. Letizie estava ciente dessa possibilidade, apesar do susto inicial.
“Quando perguntamos para o médico onde estava o DIU, ele foi procurar e vimos o pezinho chutando ali. Aí eu falei, ai não pode ser, que ironia. Foi realmente bem chocante. A gente vê a história dos outros e fica impressionado, e quando acontece com a gente, a gente fala que não pode julgar os outros porque pode acontecer com qualquer um.”
Reação da influenciadora:
Orientação médica sobre métodos contraceptivos: A ginecologista Bianca Guedes explica que nenhum método contraceptivo é 100% eficaz. Segundo ela, essas ocorrências não invalidam o uso do método, que é considerado extremamente seguro.
“O ideal seria que a paciente utilizasse um método de barreira junto com métodos de longa duração, como o preservativo masculino ou feminino. Além de diminuir a chance de gravidez, o preservativo protege contra infecções sexualmente transmissíveis. Portanto, a recomendação é o uso combinado para evitar gravidezes inesperadas.”
Informações adicionais
O DIU de cobre é um método contraceptivo não hormonal que atua como uma barreira física para impedir a fecundação. Apesar da alta eficácia, casos raros de gravidez podem ocorrer, reforçando a importância do uso combinado de métodos contraceptivos para maior segurança.



