Márcio Spimpolo comenta sobre as assembleias para fazer um balanço econômico e também decidir mudanças no comando do condomínio
A assembleia ordinária de início de ano em condomínios é um momento crucial para a organização e transparência financeira. Segundo o Dr. Márcio Espinpolo, especialista em administração condominial, algumas pautas são obrigatórias e devem ser discutidas neste encontro.
Previsão Orçamentária e Prestação de Contas
A previsão orçamentária para o ano seguinte é fundamental para o planejamento das despesas condominiais. Em conjunto com ela, a prestação de contas do ano anterior é obrigatória, devendo o síndico apresentar de forma detalhada todas as receitas e despesas, de preferência com antecedência à assembleia, para que os moradores possam analisar e compreender a utilização dos recursos.
Papel do Conselho Fiscal e Eleição do Síndico
O Conselho Fiscal tem o dever de analisar as contas e emitir um parecer, que será levado em consideração na assembleia. Além disso, a eleição do síndico e demais membros da administração, a cada dois anos, também é uma pauta obrigatória. A participação dos moradores é fundamental para garantir a transparência e a escolha de um síndico que represente os interesses do condomínio, seja um morador ou um profissional da área.
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A assembleia é o espaço para o síndico apresentar seu plano de gestão e como pretende otimizar recursos e reduzir custos sem comprometer a qualidade dos serviços. A transparência na comunicação é crucial para a confiança dos moradores, minimizando conflitos e reclamações posteriores. A participação ativa dos moradores nas assembleias é essencial para uma gestão condominial eficiente e democrática.
Comunicação e Transparência
A baixa participação nas assembleias é um problema comum em condomínios. Apesar disso, a transparência na comunicação por parte do síndico, utilizando diversos canais, como informativos regulares, é fundamental para manter os moradores informados sobre as decisões e ações tomadas. Isso contribui para uma maior compreensão e aceitação das decisões, mesmo por aqueles que não compareceram à assembleia.