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Instalação do AME no Centro de Ribeirão Preto volta a receber reclamações

Funcionários do PS Central e Sindicato dos Médicos criticaram a possível mudança em reunião da comissão que analisa o caso
Instalação AME Ribeirão Preto
Funcionários do PS Central e Sindicato dos Médicos criticaram a possível mudança em reunião da comissão que analisa o caso

Funcionários do PS Central e Sindicato dos Médicos criticaram a possível mudança em reunião da comissão que analisa o caso

A comissão de estudos criada para discutir o fechamento do Pronto-Socorro Central (PS Central) e a construção de um Ambulatório Médico de Especialidades (AMI) realizou sua primeira reunião na Câmara Municipal. Funcionários do PS Central, sindicatos de médicos e servidores, entidades de classe e moradores do centro da cidade participaram e expuseram suas críticas ao projeto.

Preocupações com o fechamento do PS Central

Representantes dos funcionários do PS Central destacaram os prejuízos para a população com o fechamento da unidade, alertando para a diminuição de atendimentos de urgência. A substituição do PS Central pelo AMI não supriria a demanda, gerando um déficit no atendimento emergencial. A polêmica gerou protestos, abaixo-assinados e críticas do sindicato dos médicos.

Crítica ao planejamento e logística

O delegado regional do CREMESP, Claudio Maramaro Rodrigues, apontou a falta de planejamento na decisão, considerando a localização estratégica do PS Central. A transferência para um novo local, sem infraestrutura adequada e com problemas de acesso, agravaria o atendimento já precário. A falta de estacionamento também foi apontada como um problema, com São Carlos servindo como exemplo de projeto de AMI não concluído por essa mesma razão. A comissão questiona a logística de transporte de ambulâncias para o novo local, considerando o congestionamento viário.

Próximos passos e posicionamento da prefeitura

O vereador Alessandro Maraca espera que a prefeitura aguarde os resultados da comissão antes de enviar o projeto à Câmara. A prefeitura, por sua vez, argumenta que o AMI visa reduzir a espera por consultas e gerar um aumento de 20 milhões de reais anuais em investimentos do governo estadual na saúde. A comissão pretende concluir seus trabalhos em mais duas sessões, analisando as diversas preocupações levantadas pela população.

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