Instituto ‘Sofia Leonel’ traz ao Brasil banco de células para pesquisa de cura do DIPG
A história do Instituto Sofia Leonel, em Ribeirão Preto, é um farol de esperança na luta contra o DIPG (Glioma Pontino Intrínseco Difuso), um tumor cerebral infantil raro e agressivo. Fundado por Leonel Neto, o instituto nasceu da experiência pessoal da família com a doença de sua filha, Sofia, e da determinação em transformar o cenário do tratamento no Brasil.
O Nascimento de um Sonho: A Vontade de Sofia
A inspiração para o instituto surgiu de um desejo genuíno de Sofia, pouco antes de seu falecimento. Aos 10 anos, ela expressou a vontade de ajudar outras crianças que não tinham as mesmas oportunidades de acesso a tratamentos. Essa conversa no café da manhã se tornou a semente do Instituto Sofia Leonel, uma organização dedicada a oferecer suporte e esperança a famílias que enfrentam o DIPG.
Entendendo o DIPG: Um Desafio Complexo
O DIPG é um tumor que ataca o sistema nervoso central, impossibilitando a remoção cirúrgica devido à sua localização em áreas nobres do cérebro. A doença causa paralisia progressiva e afeta principalmente crianças entre 5 e 10 anos. A raridade e agressividade do DIPG tornam o tratamento um desafio constante, impulsionando a busca por novas abordagens terapêuticas.
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A Pesquisa Inédita e a Busca pela Cura
O Instituto Sofia Leonel está trazendo para o Brasil um banco de células com DIPG, um recurso valioso para impulsionar pesquisas sobre a doença. Essa iniciativa visa dar suporte a estudos promissores, como a pesquisa com oncoravírus modificado, que busca destruir as células tumorais. A expectativa é que o banco de células beneficie diversas pesquisas nacionais, abrindo caminho para o desenvolvimento de novas terapias.
Embora a cura para o DIPG ainda não seja uma realidade, o Instituto Sofia Leonel personifica a esperança e o compromisso em proporcionar avanços significativos no tratamento e na qualidade de vida de crianças e famílias afetadas por essa doença devastadora.



