Gustavo Furlan Bueno afirma que a assistência social articula com creches, escolas e com a Saúde para auxiliar os imigrantes
A cidade de Ribeirão Preto tem vivenciado um aumento recente no fluxo de refugiados venezuelanos, muitos pertencentes à etnia Warao, que apresentam dificuldades linguísticas e culturais. Para lidar com essa situação, foi criada uma Comissão de Acompanhamento da Situação dos Refugiados, composta por representantes da Secretaria de Assistência Social, Justiça e da sociedade civil.
Desafios do Acolhimento
O principal desafio é a barreira linguística, já que muitos refugiados não falam espanhol, e sim um dialeto indígena. Essa dificuldade impacta o acesso a serviços essenciais como saúde, educação e assistência social. A Comissão trabalha para superar essas barreiras, articulando ações com diferentes secretarias municipais para garantir um acolhimento adequado às famílias.
Ações da Prefeitura e da Comissão
A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria de Assistência Social, atua na abordagem e acolhimento dos refugiados, oferecendo moradia e benefícios assistenciais. A população também é orientada a contatar o serviço social (156) ao avistar pessoas em situação de rua. A Comissão, por sua vez, busca desenvolver políticas públicas específicas para atender às necessidades dessa população, considerando aspectos como acesso à educação, saúde e superação de barreiras culturais e linguísticas. Projetos sociais independentes também contribuem para o acolhimento, oferecendo moradia e suporte.
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Perspectivas e Necessidades
O aumento do fluxo de refugiados venezuelanos em Ribeirão Preto exige uma resposta contínua e abrangente. A criação de políticas públicas eficazes é crucial para garantir a integração dessas famílias à sociedade, respeitando suas particularidades culturais e linguísticas. É necessário um esforço conjunto da Prefeitura, da sociedade civil e de outras instituições para garantir o acesso a serviços essenciais e a construção de um futuro digno para os refugiados.



