Ouça a coluna ‘CBN Multimídia’, com Edmo Bernardes
Especialistas da ONU recomendam a proibição de propagandas e patrocínios de fabricantes de álcool, tabaco e alimentos não saudáveis em escolas e eventos infantis. A publicidade direcionada a menores pode levar à compra de produtos supérfluos, endividamento familiar e consumo excessivo de alimentos industrializados prejudiciais à saúde infantil.
A publicidade como fator determinante
A publicidade direcionada a crianças pode influenciar decisivamente o consumo de determinados alimentos, mesmo que outras medidas, como educação e senso crítico, sejam implementadas. A indústria alimentícia, com rótulos muitas vezes enganosos, também é apontada como grande responsável pela problemática.
Medidas já tomadas e desafios futuros
Algumas medidas já foram tomadas, como a restrição de refrigerantes e produtos prejudiciais à saúde em escolas. No entanto, a publicidade continua sendo um desafio, exigindo um esforço conjunto de diversas partes para alcançar resultados positivos na saúde infantil.
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Um problema complexo que exige ação conjunta
A problemática da publicidade infantil e o consumo de produtos não saudáveis é complexa e requer uma abordagem multifacetada. A proibição da publicidade em locais frequentados por crianças, aliada à educação nutricional e ao combate à publicidade enganosa, são passos importantes para a promoção da saúde infantil no Brasil.



