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Inteligência artificial avança na medicina, mas não substitui relação médico-paciente

Estudos indicam que IA pode apoiar diagnósticos e decisões clínicas, especialmente em urgências e telemedicina
inteligência artificial
Portal Tele Medicina

A aplicação da inteligência artificial na medicina ganhou novo destaque após publicação no site Medscape sobre o sistema Doctronic, que reúne mais de 100 agentes de IA com funções clínicas específicas. A tecnologia coleta histórico médico, sugere diagnósticos diferenciais e propõe planos de tratamento, simulando a atuação de uma equipe de saúde.

Um estudo com 500 atendimentos de urgência e telemedicina comparou diagnósticos feitos por IA e por médicos licenciados nos Estados Unidos. Os resultados indicam que a ferramenta pode ampliar o acesso ao atendimento, reduzir a sobrecarga administrativa e melhorar a eficiência, especialmente diante do envelhecimento da população. O tema também foi debatido no British Medical Journal, que destacou experiências nos Estados Unidos envolvendo decisões clínicas com apoio de IA.

Apesar dos avanços, especialistas defendem que a tecnologia não substitui o papel do médico. Durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia 2025, foi reforçado que a IA deve ser vista como ferramenta de apoio. A coluna analisa benefícios, limites e impactos dessa transformação na prática médica. Ouça o áudio completo do CBN Saúde para entender os detalhes.

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