Quem tira a dúvida é Lígia Boareto na coluna ‘CBN Papo Certo’
A pandemia de COVID-19 trouxe consigo não apenas uma crise sanitária, mas também uma série de mudanças na língua portuguesa. Novas palavras, siglas e expressões entraram em nosso vocabulário, muitas vezes gerando dúvidas sobre sua grafia e uso correto. Este artigo explora algumas dessas questões, focando em exemplos extraídos de um programa de rádio.
Dúvidas ortográficas: “entubar” e “infarto”
Uma das discussões mais frequentes gira em torno da grafia de “entubar” e “infarto”. No contexto médico, a forma com “i” (“intubar” e “infarto”) tem se tornado predominante, sendo utilizada pela maioria dos meios de comunicação e profissionais da saúde. Apesar de dicionários apresentarem variações, a preferência pela grafia com “i” reflete o uso consolidado na prática e na imprensa.
A influência da mídia e a norma culta
A maneira como a mídia e os profissionais da saúde se referem a termos relacionados à COVID-19 influencia a forma como a população os utiliza. Esse uso frequente contribui para a consolidação de determinadas grafias, mesmo que dicionários apresentem mais de uma possibilidade. A escolha lexical, portanto, deve levar em consideração tanto as normas gramaticais quanto o uso consagrado pela comunidade.
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Considerações finais
A pandemia impactou significativamente a língua portuguesa, introduzindo novos termos e gerando debates sobre sua grafia e uso. A análise de exemplos práticos, como os apresentados no programa de rádio, demonstra a importância de considerar tanto as regras gramaticais quanto o uso consolidado pela mídia e profissionais especializados para garantir clareza e precisão na comunicação.