Depoimentos de vizinho do rancho de Marlon e de familiares do empresário paulistano levantam suspeitas de outros envolvidos
O empresário Nelson Carrera Filho, Investigação aponta que mais pessoas possam, de São Paulo, está desaparecido há 19 dias. A polícia investiga o caso e trabalha para localizar o corpo dele, que, segundo a confissão de Marlon Couto, foi morto e jogado em um rio em Miguelópolis.
Novas linhas de investigação: Além de Marlon Couto, suspeito principal, a polícia considera que outras pessoas podem estar envolvidas no crime. Tadeu Silva, que está preso, afirmou ter presenciado o assassinato cometido por Marlon no dia 16 de maio. No entanto, há dúvidas sobre como Marlon teria conseguido carregar sozinho o corpo de Nelson, que é um homem grande e pesado, com cerca de 1,90 metro e 115 quilos.
Depoimentos e buscas: Um rancheiro próximo ao local onde o corpo teria sido descartado relatou ter visto movimentação suspeita na região no dia do crime. A polícia e o Corpo de Bombeiros realizam buscas no local desde sexta-feira para encontrar o corpo.
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Suspeitas de planejamento e envolvimento: O irmão de Nelson, que preferiu não se identificar, questiona se Marlon agiu sozinho, afirmando que alguém teria ajudado no transporte do corpo. Ele também mencionou que Marlon teria informado sobre uma dedetização na empresa no dia do crime, o que pode indicar planejamento prévio. Além disso, o irmão relatou conversas entre Nelson e Marlon sobre produção e venda de drogas, que devem ser investigadas pela polícia.
Status dos envolvidos: O crime ocorreu em Cravinhos, onde Nelson foi para uma reunião antes de desaparecer. Marlon Couto confessou o assassinato e a participação de Tadeu Silva, que está preso em Santa Rosa de Viterbo. Marlon e sua esposa, Marcella Almeida, continuam foragidos. O advogado de Marlon afirma que ele pretende se entregar, mas não informou data.
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A motivação do crime pode estar relacionada a uma desavença comercial, pois Marlon acusa Nelson de cobrar valores altos por um produto registrado indevidamente em nome de Marlon. As buscas pelo corpo continuam em Miguelópolis, e a polícia segue investigando todas as linhas possíveis.



