Ministério Público pediu relatório à Polícia Civil; cerca de 227 vítimas investiram dinheiro na empresa de Ribeirão Preto
A investigação contra os sócios da Bib Capital, Investigação contra sócios da B&B Capital,, suspeitos de envolvimento em um golpe estimado em 40 milhões de reais contra 227 investidores, está parada há um ano e meio. A maioria das vítimas é de Ribeirão Preto. O Ministério Público aguarda um relatório da polícia civil para decidir se denuncia os responsáveis pelo escritório.
O caso foi denunciado em março de 2013, quando o dono da Bib Capital, André Luiz de Jesus Rosa, desapareceu, deixando apenas um recado informando que a empresa havia quebrado. Isso resultou em prejuízo milionário para os investidores, que aplicaram suas economias com a promessa de rendimentos superiores aos praticados no mercado.
Em 2023, a polícia concluiu o inquérito e indicou André Luiz e outros quatro integrantes da empresa por associação criminosa e estelionato. Contra o empresário, há dois mandados de prisão preventiva, mas ele não foi localizado desde o desaparecimento dos valores das contas.
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A defesa de André Luiz não foi encontrada para comentar o caso. O Ministério Público solicitou um relatório ao setor de inteligência da polícia civil, que ainda não foi entregue.
Impacto sobre as vítimas: Segundo relatos colhidos ao longo da investigação, muitas vítimas perderam economias acumuladas por anos, incluindo aposentadorias, que seriam usadas para realizar sonhos como viagens. O advogado Leonardo Pontes, que representa pelo menos 20 vítimas, afirmou que a falta de detalhes no relatório dificulta a busca por soluções para os prejudicados.
Andamento da investigação: O caso está parado há um ano e meio, aguardando o relatório da polícia civil. A dificuldade em rastrear o caminho do dinheiro investido por cerca de 227 vítimas tem sido um obstáculo para o avanço das investigações.
Entenda melhor
O golpe envolveu promessas de rendimentos acima do mercado, atraindo investidores que acabaram perdendo suas economias. A demora na entrega do relatório policial impede que o Ministério Público tome medidas judiciais contra os suspeitos.



