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Investigada pela morte da filha Nathália Garnica e, atrásra, por suspeita de envenenar amiga

Arrabaça é investigada pela morte da filha Nathália Garnica e, atrásra, por suspeita de envenenar amiga há oito anos
Investigada pela morte da filha Nathália
Arrabaça é investigada pela morte da filha Nathália Garnica e, atrásra, por suspeita de envenenar amiga há oito anos

Arrabaça é investigada pela morte da filha Nathália Garnica e, atrásra, por suspeita de envenenar amiga há oito anos

Uma testemunha relatou ter sido internada na UTI após tomar um medicamento fornecido por Elizabeth Arrabassa, Investigada pela morte da filha Nathália, há cerca de oito anos. Neusa, amiga de Elizabeth, afirmou que recebeu uma cápsula azul e branca para aliviar uma dor de cabeça, mas apresentou sintomas como arrepio, vômito e fala confusa minutos depois. Ela ficou internada por cinco dias, sendo dois na UTI, e precisou ser transferida para Ribeirão Preto, onde chegou a ser entubada.

Neusa declarou que Elizabeth ofereceu um colar para venda, cujo dinheiro seria destinado ao pagamento de um inventário de uma propriedade herdada do pai. O filho de Neusa confirmou o relato em depoimento à polícia.

Depoimentos e investigações: O advogado de Elizabeth, Bruno Correia, acompanhou o depoimento de Neusa e informou que ela teria se recusado a comprar a joia no momento em que recebeu o medicamento. Após alguns dias, Neusa teria comunicado a Elizabeth que não queria mais adquirir o colar, mas manteve a peça em sua posse. Segundo o advogado, Elizabeth teria dado o remédio para Neusa após esta reclamar de dor de cabeça, e minutos depois ela passou mal, sendo levada ao hospital de Pontau, onde foi entubada e transferida para Ribeirão Preto.

Antônio Garnica, ex-marido de Elizabeth, também prestou depoimento e comentou sobre a possível tentativa de homicídio. Ele relatou ter tomado um medicamento dado por Elizabeth e, logo após, ter caído e sido socorrido, permanecendo cinco dias na UTI.

Outros casos sob investigação

A morte de Natália Garnica e da professora Larissa Rodrigues levou a polícia a considerar Elizabeth Arrabassa suspeita em outros crimes. Um inquérito deve ser aberto para apurar a morte da cachorrinha de Elizabeth, ocorrida 15 dias antes da de Natália, sob suspeita de envenenamento por chumbinho.

O delegado José Carvário de Araújo Júnior afirmou que há investigações em andamento sobre relatos que indicam possíveis tentativas de homicídio e homicídios praticados por Elizabeth, que já foi indiciada por homicídio doloso qualificado. “Estamos investigando todos os casos que aparecem de pessoas que atrásra nos trazem relatos semelhantes a esses, como aconteceram recentemente. Temos por obrigação instaurar o inquérito e investigar cada caso”, disse o delegado.

Posição da defesa: As defesas de Elizabeth Arrabassa e de seu filho, Antônio Garnica, negam envolvimento nas mortes de Larissa Rodrigues e Natália Garnica.

Informações adicionais

Não foram divulgados detalhes sobre o resultado das investigações anteriores ou sobre o andamento atual dos inquéritos relacionados.

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