Sobre a doença confira a análise do pediatra Ivan Savioli Ferraz na coluna ‘Filhos e Cia’
A raiva, tema central desta matéria, é uma doença infecciosa grave causada por um vírus transmitido pela mordedura de animais infectados. Apesar de controlada em São Paulo em relação a cães e gatos, o morcego representa um risco significativo de transmissão, sendo um reservatório natural do vírus.
Raiva: Transmissão e Riscos
Em Ribeirão Preto, o último caso de raiva humana ocorreu em 1995. A principal preocupação reside no contato com morcegos, mesmo sem mordida. A saliva do morcego contém o vírus, e o simples toque, especialmente em crianças, pode levar à infecção, principalmente se houver lesões na pele. A crença popular de que apenas cães transmitem raiva é um mito; cães não vacinados que se alimentam de morcegos podem se infectar e transmitir a doença.
Sintomas e Prevenção
A raiva, uma vez instalada, é quase sempre fatal, sem tratamento eficaz. Os sintomas iniciais incluem mal-estar, dor de cabeça, náuseas e febre. A doença progride para delírio, paralisia e hidrofobia (medo de água), culminando em convulsões, coma e morte. A prevenção é crucial, com vacinação de animais domésticos sendo fundamental para proteger a população humana. Em caso de contato com morcego ou animal suspeito, procure imediatamente a vigilância epidemiológica.
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Manter a vacinação de animais de estimação em dia é essencial para a prevenção da raiva. A vigilância epidemiológica deve ser contatada em caso de dúvidas ou incidentes relacionados à doença. A conscientização sobre os riscos e a importância da prevenção são vitais para evitar casos de raiva humana.