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Já em cartaz! Confira a resenha de Godzilla e Kong: O Novo Império

Inimigos ou aliados? Quem analisa o filme é o crítico Marcos de Castro na coluna 'Cinema'
Já em cartaz! Confira a resenha
Inimigos ou aliados? Quem analisa o filme é o crítico Marcos de Castro na coluna 'Cinema'

Inimigos ou aliados? Quem analisa o filme é o crítico Marcos de Castro na coluna ‘Cinema’

Godzilla x Kong: O Novo Império chega ao circuito como mais um capítulo do chamado MonsterVerse, apostando pesado no espetáculo digital e em confrontos de gigantes. Em comentário ao quadro CBN Cinema, o crítico Marcos de Castro destacou que o filme privilegia a experiência visual — e recomenda vê-lo em salas IMAX — em detrimento do desenvolvimento dos personagens humanos.

Contexto no universo dos monstros

O longa é apresentado como continuidade de um arco iniciado por Godzilla (2014) e seguido por Godzilla: Rei dos Monstros (2019), Kong: Ilha da Caveira (2017) e Godzilla vs. Kong (2021). Segundo o comentário, essa sequência de produções permitiu à produtora Legendary Pictures consolidar um universo cinematográfico centrado em criaturas gigantes (filmes do subgênero kaiju) e experimentar narrativas em que uma ameaça comum força a união entre antigos rivais.

Espetáculo visual e roteiro enxuto

Marcos de Castro ressalta que o filme é basicamente um show de efeitos digitais: são quase três horas de propostas visuais pensadas para impressionar. O crítico aponta que, embora nomes como Rebecca Hall integrem o elenco, os personagens humanos têm pouco espaço e função narrativa, servindo mais como moldura para o protagonismo dos monstros. No enredo, Kong assume o papel central enquanto Godzilla tem presença mais reduzida — e a trama gira em torno de uma ameaça primordial que põe em risco tanto a superfície quanto a chamada Terra Oca, lar das criaturas.

Recomendações e público-alvo

Para quem não acompanha o MonsterVerse de perto, o crítico sugere uma revisão de Godzilla vs. Kong (2021) antes de assistir ao novo episódio, para entender melhor a genealogia dos conflitos. Fãs do gênero devem encontrar no filme motivos para celebração: efeitos grandiosos, sequências de luta e um design sonoro pensado para térreos imersivos. Já para espectadores que buscam um roteiro denso ou personagens humanos com substância, a obra pode frustrar.

Em síntese, O Novo Império funciona como espetáculo técnico pensado para impressionar as plateias — especialmente em formatos como o IMAX — e agrada sobretudo aos admiradores do universo dos monstros, mesmo que sacrifique profundidade dramática em favor do espetáculo.

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