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‘Jogo de empurra’ atrasa reforma da Estação Catedral em Ribeirão

Enquanto a PróUrbano diz não ter recebido autorização para corte de árvores no entorno da plataforma, Prefeitura confirma aval
reforma Estação Catedral
Enquanto a PróUrbano diz não ter recebido autorização para corte de árvores no entorno da plataforma, Prefeitura confirma aval

Enquanto a PróUrbano diz não ter recebido autorização para corte de árvores no entorno da plataforma, Prefeitura confirma aval

A regulamentação da Estação Catedral, em Ribeirão Preto, tem gerado impasse entre a prefeitura e o Consórcio Pró Urbano, responsável pela obra de adequação das plataformas. A população sofre com a demora e a falta de informações claras.

Obras Paralisadas: Divergências entre Prefeitura e Consórcio

A prefeitura afirma ter notificado o consórcio em 23 de fevereiro para iniciar as obras, com prazo final em 01 de março. A autorização para retirada das sete árvores no local, necessária para a elevação do teto das plataformas, teria sido concedida. Contudo, o Consórcio Pró Urbano nega ter recebido a notificação em tempo hábil e afirma que só teve acesso à autorização para a retirada das árvores em 01 de março. A empresa alega que a falta de autorização é o motivo da paralisação das obras.

Compensação Ambiental e Cronograma de Obras

Outro ponto de divergência diz respeito à compensação ambiental pela retirada das árvores. A prefeitura exige o plantio de 350 mudas, mas ainda não há consenso sobre quem arcará com essa responsabilidade: a prefeitura ou o consórcio. Uma reunião entre as partes foi marcada para discutir o assunto. O Consórcio tem 15 dias para apresentar o projeto executivo das obras, que devem ser concluídas em seis meses a partir da aprovação do projeto. A população reclama da falta de informações e da demora na resolução do problema.

Impactos para a População e o Transporte Público

Enquanto isso, os passageiros enfrentam dificuldades. Depoimentos de usuários relatam insatisfação com a falta de proteção nas plataformas alternativas, a confusão com as mudanças de pontos de ônibus e a depreciação do patrimônio público. A demora na conclusão da obra gera transtornos e prejuízos para a população, que cobra agilidade e transparência na resolução do impasse.

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