Legislação impede que estes candidatos tenham mais tempo de TV ou rádio, por exemplo, que seus concorrentes
O calendário eleitoral começa a afetar a comunicação política. A partir de 30 de junho, emissoras de rádio e televisão ficam proibidas de transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos. Isso visa equilibrar a disputa eleitoral, evitando que alguns candidatos se beneficiem de maior visibilidade.
Adaptação dos pré-candidatos
Com a nova regra, pré-candidatos a prefeito e vereador terão que se adaptar. Muitos comunicadores precisarão se afastar de seus programas para evitar irregularidades. A estratégia passa a ser focar em outros meios de comunicação, como as redes sociais e o contato direto com a população.
Desafios da campanha eleitoral
As campanhas para vereador, em especial, exigem um trabalho intenso de base, com visitas porta a porta e mobilização em comunidades. A competição é acirrada, e muitos candidatos precisam buscar apoio em igrejas, associações de bairro e na internet para ampliar seu alcance. O financiamento também é um desafio, com os partidos muitas vezes priorizando as campanhas para prefeito.
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Preparação para o período eleitoral
Apesar da campanha oficial começar mais tarde, a corrida eleitoral já está em andamento. A proximidade das eleições exige planejamento estratégico, uso inteligente das redes sociais e um trabalho contínuo de aproximação com os eleitores. A fiscalização da justiça eleitoral é crucial para garantir a isonomia entre os candidatos, especialmente no que diz respeito ao uso de recursos públicos e da estrutura de gabinetes por parte de candidatos já eleitos.