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Jovem se torna escritora após perder a mãe assassinada pelo próprio pai

Tainá Sisto, de 15 anos, encontrou nos livros uma 'fuga' após desastre familiar; primeira obra se chama 'O caos que há em mim'
Pai mata mãe
Tainá Sisto, de 15 anos, encontrou nos livros uma 'fuga' após desastre familiar; primeira obra se chama 'O caos que há em mim'

Tainá Sisto, de 15 anos, encontrou nos livros uma ‘fuga’ após desastre familiar; primeira obra se chama ‘O caos que há em mim’

Superando a Dor: A História de Tainá e seu Livro “Kauske. Aimin”

Em Jaboticabal, Tainá Sisto, aos 15 anos, superou uma tragédia familiar e transformou sua dor em palavras, culminando na publicação de seu livro “Kauske. Aimin”. A obra relata o impacto do assassinato de sua mãe em 2015, perpetrado pelo próprio pai, que também escondeu o corpo em um canal. Após a condenação do pai a 23 anos de prisão em 2022, Tainá encontrou na escrita uma forma de lidar com o luto e reconstruir sua vida.

Da Dor à Criação Literária: Um Processo de Cura

Inicialmente uma publicação independente, o livro chamou a atenção de uma editora, que o lançou nas livrarias. “Kauske. Aimin” é uma coletânea de textos que abordam temas diversos, como sentimentos e experiências de vida, escritos ao longo do tempo. A jovem autora recebeu apoio de professores, que a incentivaram a reunir seus escritos em um livro.

O Talento de Tainá e o Apoio da Professora

Maria Inês Guiné, professora de português de Tainá, reconheceu o talento da aluna e escreveu o prefácio do livro. Ela descreve Tainá como uma menina “insussucinta e tenaz”, determinada e convicta de seus objetivos, sempre encarando as dificuldades de forma positiva. A professora destaca a esperança como uma característica marcante da jovem, que apesar das perdas, nunca a abandonou.

A publicação do livro “Kauske. Aimin” representa um marco na jornada de superação de Tainá, demonstrando sua resiliência e talento literário. A história da jovem serve de inspiração para aqueles que buscam lidar com suas próprias emoções e traumas, mostrando que é possível transformar sofrimento em força criativa.

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