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Jovens protestam contra absolvição de médico que teria praticado trote machista

Alunos da Unesp de Franca percorreram 1,5 km com palavras de ordem, entre a universidade e o Ministério Público
Trote machista
Alunos da Unesp de Franca percorreram 1,5 km com palavras de ordem, entre a universidade e o Ministério Público

Alunos da Unesp de Franca percorreram 1,5 km com palavras de ordem, entre a universidade e o Ministério Público

Estudantes da Unesp em Franca protestam contra absolvição de médico acusado de trote machista

Ato público contra decisão judicial

Cerca de 20 alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizaram uma manifestação na tarde de ontem em Franca, contra a absolvição do médico Matheus Gabriel Braia, acusado de participar de um trote considerado machista e sexista. O grupo percorreu 1,5 km entre a Unesp e o Ministério Público Estadual, passando pelo fórum da cidade, em um ato pacífico que não afetou o trânsito.

Críticas à sentença e à juíza

Os estudantes criticaram a decisão da juíza Adriana Gato Bonamar, da terceira vara civil, que absolveu Braia. A magistrada, em sua sentença, fez críticas ao movimento feminista, afirmando que este apenas contribuiu para a degradação moral e se trata de “engenharia social e subversão cultural”, e não de reconhecimento dos direitos civis femininos. Os manifestantes carregavam cartazes com frases como “O feminismo nunca matou ninguém, o machismo mata todos os dias”.

Repercussão e posicionamento

A manifestação demonstra a insatisfação dos estudantes com a decisão judicial e a postura da juíza. O ato reforça a importância da luta contra o machismo e a defesa dos direitos das mulheres. A cobertura do evento foi realizada por Eufrásia Monteiro Petralha e Flávio Mesquita para a CBN Ribeirão.

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