Angel Tomas Castroviejo é o sétimo a assumir o caso depois que os outros seis primeiros alegaram suspeição
O juiz Ângel Tomas Castroviedio, da 1ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, foi nomeado para conduzir as ações penais da Operação Sevandija, maior escândalo político da história da cidade. A nomeação, publicada no Diário Oficial do Estado, gerou questionamentos sobre as constantes mudanças na condução do caso.
Troca de Juízes: Um Sinal de Alerta?
A troca de juízes na Operação Sevandija levanta preocupações sobre a imparcialidade do processo. A suspeição de vários magistrados que se declararam impedidos de prosseguir com o julgamento sugere a possibilidade de envolvimento prévio com o caso, seja como advogados ou por outros motivos. Essa situação gera incertezas e alimenta a desconfiança da população.
Operação Sevandija e o Cenário Político
A retomada das investigações da Operação Sevandija, impulsionada pela discussão sobre a validade das provas, reacende o debate político em Ribeirão Preto. Personagens antes paralisados na vida pública podem retornar ao cenário político, o que indica uma possível movimentação nas peças do tabuleiro político. A expectativa é que a Justiça se organize para dar prosseguimento ao processo de forma eficiente e transparente.
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A Busca por Justiça
A demora na resolução da Operação Sevandija e a sequência de mudanças na condução do caso geram uma sensação de impunidade. A sociedade anseia por um desfecho, seja qual for o resultado, para que a justiça seja feita e se encerre a incerteza sobre o futuro do caso. A falta de conclusão definitiva alimenta a desconfiança na eficácia do sistema judicial e a necessidade de uma explicação clara para as sucessivas mudanças de magistrados no caso.