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Julgamento de Guilherme Longo e Natália Ponte continua nesta terça (17) a partir das 10h

Neste 2º dia, quatro testemunhas e informantes comuns às partes devem depor; sessão durou mais de sete horas no 1º dia
Julgamento Guilherme Longo
Neste 2º dia, quatro testemunhas e informantes comuns às partes devem depor; sessão durou mais de sete horas no 1º dia

Neste 2º dia, quatro testemunhas e informantes comuns às partes devem depor; sessão durou mais de sete horas no 1º dia

O julgamento de Guilherme Longo e Natalia Ponte, acusados pela morte de Joaquim, entrou em seu segundo dia no Fórum de Ribeirão Preto. O júri, que começou às 10h da manhã, deve se estender até o sábado.

Depoimentos do segundo dia

Nesta segunda-feira, foram ouvidas quatro testemunhas de ambas as partes: familiares dos réus, incluindo o pai de Guilherme, Dimas Longo; o irmão de Natalia, Alessandro Mingoni Ponte; a irmã de Guilherme, Carina Raim Longo; e Rosely Scarpa, médica que atendeu Natalia no nascimento de seus gêmeos. Para terça-feira, estão previstas mais oito testemunhas da defesa.

O primeiro dia de julgamento

O primeiro dia do julgamento durou mais de sete horas, com seis testemunhas de acusação prestando depoimentos. Entre elas, dois policiais militares (um do canil), um policial civil, um bombeiro, o médico de Joaquim e o pai da criança, Arthur Pais Marques. Guilherme Longo chegou escoltado pela Secretaria de Administração Penitenciária, enquanto Natalia Ponte, que responde em liberdade, chegou acompanhada de seu atual companheiro. O médico endocrinologista que diagnosticou Joaquim com diabetes também prestou depoimento.

Reações e perspectivas

O Ministério Público sustenta que Guilherme Longo aplicou 166 doses de insulina em Joaquim. Apesar de vestígios não terem sido encontrados na autópsia, o advogado de acusação, Alexandre Durante, afirmou que o depoimento do especialista reforça a acusação. O pai de Joaquim se mostrou emocionado ao deixar o fórum. O advogado de Guilherme Longo, Antônio Carlos Joliveira, discorda, argumentando que o Ministério Público não conseguiu demonstrar a responsabilidade do padrasto na morte da criança. O advogado de Natalia Ponte, Natan Castelo Branco, afirma que os depoimentos foram favoráveis à sua cliente, isentando-a de responsabilidade. O julgamento segue com expectativa de mais depoimentos e desdobramentos, sendo um dos casos mais emblemáticos e tristes da região.

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