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Julgamento do caso Joaquim é um dos maiores da história do Justiça brasileira

Foram seis dias de atividades, 34 testemunhas ouvidas e quase 12 horas de debates no último dia, sábado (21)
Caso Joaquim
Foram seis dias de atividades, 34 testemunhas ouvidas e quase 12 horas de debates no último dia, sábado (21)

Foram seis dias de atividades, 34 testemunhas ouvidas e quase 12 horas de debates no último dia, sábado (21)

O julgamento do caso Joaquim, um dos mais aguardados da história de Ribeirão Preto, culminou na condenação de Guilherme Longo a 40 anos de prisão pelo assassinato do menino de três anos. A mãe de Joaquim, Natália Ponte, foi absolvida.

Um crime que chocou o Brasil

O crime, ocorrido em novembro de 2013, envolveu uma superdosagem de insulina e gerou grande comoção nacional. A violência contra uma criança tão pequena, necessitando de cuidados e não de uma atitude violenta, como descrito pelo Ministério Público, chocou a população e a mídia.

Dez anos de investigação e julgamento

O julgamento, que durou vários dias, envolveu 34 testemunhas, incluindo policiais, investigadores, peritos e médicos legistas. O processo, com cerca de 7 mil páginas de documentos, apresentou detalhes da vida do casal e da relação de Guilherme com Joaquim. Os sete jurados, após dias de trabalho e isolamento, analisaram as provas e depoimentos antes de proferir a sentença.

O desfecho e suas implicações

A condenação de Guilherme Longo, preso desde 2018, encerra um ciclo de dez anos de investigação e julgamento. A absolvição de Natália Ponte, por outro lado, traz um ponto final a um caso que marcou profundamente a cidade de Ribeirão Preto e o Brasil. A sentença representa, para muitos, a busca por justiça e responsabilização pelo crime brutal contra Joaquim.

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