Guilherme Longo teria matado seu enteado em 2013; técnico em informática responde por homicídio triplamente qualificado
O caso do menino Joaquim, que teve seus processos de acusação desmembrados, apresenta novas perspectivas para os julgamentos de Guilherme Longo e Natália Ponte. A decisão judicial separou as acusações, abrindo caminho para julgamentos distintos e, possivelmente, em locais diferentes.
Julgamentos Separados: Novos Rumos para o Caso
Com a divisão dos processos, Guilherme Longo, acusado de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, poderá ser julgado separadamente de Natália Ponte, acusada de homicídio culposo. A possibilidade de julgamento em 2019 para Longo, caso a defesa não apresente novos recursos, indica um avanço significativo no processo contra ele. Já o julgamento de Natália Ponte poderá ocorrer no TJ ou STF, dependendo de recursos e decisões judiciais futuras.
Recursos e Possibilidades: Um Cenário Incerto
O assistente de acusação, Alexandre Durante, demonstra sua intenção de recorrer da decisão que separou as acusações, buscando um julgamento conjunto para o casal. Ele argumenta pela responsabilização conjunta, exceto pela ocultação de cadáver, crime atribuído exclusivamente a Guilherme Longo. A defesa de Longo, por sua vez, ainda pode apresentar novos recursos, o que poderia adiar o julgamento previsto para 2019.
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Próximos Passos e Incertezas
O promotor Marco Stolio Nicolino destaca a dificuldade em prever a duração do júri popular, considerando o número de testemunhas e a possibilidade de novas provas periciais. A quantidade de testemunhas, limitada a cinco para cada lado, também influencia na duração do processo. Apesar das incertezas, o desmembramento das acusações indica um caminho para a resolução do caso, embora a data exata dos julgamentos e seus desdobramentos permaneçam incertos. A reportagem procurou o advogado Antônio Carlos de Oliveira, mas não obteve resposta.



