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Júri absolve acusado de atirar e matar homem após um acidente de trânsito

Jonathan Venâncio Canin não foi considerado culpado de homicídio qualificado, mas foi condenado por porte ilegal de arma
acidente de trânsito
Jonathan Venâncio Canin não foi considerado culpado de homicídio qualificado, mas foi condenado por porte ilegal de arma

Jonathan Venâncio Canin não foi considerado culpado de homicídio qualificado, mas foi condenado por porte ilegal de arma

Nesta quinta-feira, o Tribunal do Júri absolveu Jonathan Venâncio Caninho da acusação de homicídio de Eder Mendonça Félix, ocorrido em outubro de 2022 em Ribeirão Preto. Apesar da absolvição pelo crime principal, Caninho foi condenado a dois anos e seis meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, conforme informações do advogado de defesa, Rodrigo Marques da Silva.

Julgamento e Detalhes do Caso

O julgamento, que durou dez horas no Fórum de Ribeirão Preto, trouxe à tona detalhes do crime. Eder Mendonça Félix foi morto a tiros no cruzamento das ruas Castro Alves e Bartolomeu de Guzmão, na Vila Tibério, após um acidente de trânsito. Testemunhas relataram que a vítima conversava com o motorista envolvido no acidente quando foi surpreendida por um veículo com dois ocupantes. Um dos ocupantes teria dito algo como “E aí?”, antes de Félix ser atingido por três disparos. O carro fugiu do local, mas foi localizado posteriormente na zona norte da cidade, resultando na prisão em flagrante de Jonathan Caninho.

Prisão e Evidências

No veículo apreendido, foram encontradas uma pistola calibre 9 milímetros e três cápsulas. Jonathan Caninho, que estava preso na penitenciária de Pirajuí desde 2022, nega sua participação no crime. A investigação apontou que o veículo envolvido na fuga foi localizado na zona norte, e Jonathan foi reconhecido por testemunhas.

O caso envolveu um longo processo de investigação, culminando no julgamento que durou um dia inteiro. A decisão do júri absolveu o réu do crime de homicídio, mas o condenou por porte ilegal de arma. A pena de dois anos e seis meses reflete a complexidade do caso e as evidências apresentadas durante o julgamento.

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