Homem está preso desde 2018, em Tremembé, suspeito de matar e ocultar o corpo do menino, então com 3 anos
O julgamento de Guilherme Longo, acusado de matar Joaquim Pontes Marques em 2013, está marcado para a segunda quinzena de outubro. A juíza Isabel Cristina Alonso Bezerra, da segunda vara do Júri e das execuções criminais de Ribeirão Preto, reservou a sala do Júri do Fórum de Ribeirão Preto entre os dias 16 e 27 de outubro para o processo.
O Crime e os Acusados
Guilherme Longo é acusado de usar alta dose de insulina para matar Joaquim, então com três anos, e ocultar o corpo em um córrego. O Ministério Público acusa também Natália Pontes, mãe de Joaquim, de omissão, alegando que ela tinha conhecimento do comportamento violento e do uso de drogas por Guilherme. Longo fugiu para a Espanha após o crime e atualmente está preso em Tremembé.
O Julgamento
O julgamento será composto por sete jurados e a expectativa é que dure entre sete e dez dias, devido à complexidade do caso e à necessidade de análise de diversas provas. A defesa de Guilherme Longo prefere que o julgamento ocorra conjuntamente com o de Natália Pontes, enquanto a defesa de Natália ainda não se manifestou. A juíza decidirá se os julgamentos serão unificados ou separados. Guilherme responde por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver, enquanto Natália responde por homicídio triplamente qualificado.
Leia também
Dez Anos Depois
O caso, que gerou grande repercussão em Ribeirão Preto, completa dez anos em 2023. O julgamento foi adiado em 2021 devido a recursos da defesa de Guilherme, que alegava que a comoção na cidade poderia influenciar os jurados. Após uma década de espera, a família de Joaquim finalmente espera por um desfecho para a história, marcando o encerramento de um longo período de busca por justiça.



