Homem é acusado de matar o enteado com uma alta dosagem de insulina e de jogar o corpo no rio Pardo, em 2013
Relembre o caso
O julgamento de Guilherme Longo, acusado de matar o enteado Joaquim em 2013 com superdosagem de insulina, está marcado para o dia 14 de junho. O caso, que ganhou notoriedade nacional, envolve acusações de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Longo está preso desde 2018, após ser extraditado da Espanha, para onde fugiu em 2016.
Detalhes do julgamento
Previsto para durar duas semanas, o julgamento será virtual devido à pandemia. Serão ouvidas 31 pessoas, incluindo testemunhas de acusação e defesa, e peritos. O promotor Marcos Túlio Nicolino espera a condenação de Longo com a pena máxima, sem possibilidade de aguardar o julgamento em liberdade. A defesa de Longo, no entanto, pretende entrar com pedido para anular a decisão do julgamento virtual, alegando a necessidade da presença do acusado.
Envolvimento da mãe e próximos passos
A mãe de Joaquim, Natália Ponte, também responde a acusações, embora ainda não tenha data de julgamento marcada. O promotor a acusa de omissão, alegando que sabia do comportamento violento e do uso de drogas por Longo. Natália nega qualquer envolvimento na morte do filho. O corpo de Joaquim foi encontrado em novembro de 2013, cinco dias após seu desaparecimento. Devido à pandemia, o julgamento será realizado por videoconferência, sem a presença de público.
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Após anos de espera e reviravoltas, a data do julgamento representa um avanço significativo para a família e para a população que acompanha o caso desde 2013. Acompanharemos as atualizações e os desdobramentos deste processo.



