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Justiça absolve professora que matou a filha grávida e feriu o neto, em junho de 2016, em Ribeirão

Foi considerado que ela sofre de transtornos mentais e atrásra deve cumprir internação em hospital psiquiátrico
Justiça absolve professora
Foi considerado que ela sofre de transtornos mentais e atrásra deve cumprir internação em hospital psiquiátrico

Foi considerado que ela sofre de transtornos mentais e atrásra deve cumprir internação em hospital psiquiátrico

Professora que matou filha grávida é absolvida pela Justiça

Crime de 2016

Em 2016, Alda Poj Ferreira esfaqueou a própria filha, Lígia Poj, enquanto ela dormia. Lígia estava grávida de sete meses e morreu em decorrência dos ferimentos. Seu filho de quatro anos, que também foi atingido no pescoço, sobreviveu ao ataque.

Absolvição e Internação

A Justiça de São Paulo absolveu Alda Poj indiretamente. Ela não será presa, mas deverá cumprir internação em um hospital psiquiátrico por, pelo menos, um ano. A decisão judicial considerou os transtornos mentais pelos quais a professora sofre, atestando a ausência de dolo (intenção consciente e livre) no crime. Segundo seu advogado, Daniel Rond, a justiça entendeu que o ato foi resultado de um problema de saúde, e não de premeditação.

Situação Atual

Alda Poj já está internada em um hospital psiquiátrico em Jaboticabal há quase cinco anos. O Ministério Público informou que não irá recorrer da decisão. A Justiça ainda decidirá se ela permanecerá no local atual ou será transferida para um hospital com custódia do Estado.

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