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Justiça adia audiências de alguns investigados da Operação Sevandija

Alteração foi solicitada pela defesa dos réus
Operação Sevandija
Alteração foi solicitada pela defesa dos réus

Alteração foi solicitada pela defesa dos réus

As audiências de depoimento de 21 réus da Operação Sevandígia, inicialmente marcadas para o início do mês, foram adiadas para 21 de outubro. O motivo? Um pedido da defesa da ex-gerente da Codep, Maria Lúcia Pandolfo, presa em Tremembé.

Pedido de Adiamento e sua Aceitação

Os advogados de Pandolfo solicitaram mais tempo para analisar as provas, incluindo escutas telefônicas e laudos periciais. O pedido foi acatado pelo juiz da 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, Lúcio Enés Alberto da Silva Ferreira.

Análise da Decisão e Implicações

Para o advogado Marco Aurélio Damião, que representa outros réus, a decisão não afeta o andamento processual. Ele destaca que o juiz considerou o pedido justificado, garantindo a ampla defesa e o contraditório, princípios constitucionais. Embora reconheça a insatisfação popular por uma justiça mais célere, Damião enfatiza a necessidade de o Judiciário manter-se imparcial, decidindo com base na lei e não na pressão pública. Ele assegura que este adiamento, de aproximadamente três semanas, não criará precedentes para futuros pedidos.

Próximos Passos e Contexto do Caso

Os 21 réus serão interrogados em nove audiências, entre 24 de outubro e 22 de novembro. A Operação Sevandígia investiga denúncias graves, como apadrinhamento político, pagamento de propina, fraude em licitações e favorecimento à Atmosfera, empresa que terceirizava serviços para a prefeitura de Ribeirão Preto.

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