Homem seria o ‘cabeça’ do negócio e responsável por captar clientes; outros sócios também tiveram bens bloqueados
A Justiça bloqueou bens de um suposto sócio oculto da empresa BB Capital, investigada por aplicar um golpe em centenas de pessoas em Ribeirão Preto e outras cidades do Brasil. O esquema, que pode ter causado prejuízos de quase um bilhão de reais a cerca de 2 mil clientes, está sob investigação da Polícia Civil.
Sócio Oculto e Esquema Bilionário
Advogadas de um escritório de São Paulo investigaram paralelamente o caso e identificaram um suposto sócio oculto, apontado como o cabeça do esquema fraudulento. Este indivíduo, responsável por captar clientes para investimentos financeiros com promessas de altos ganhos (3% ao mês), teria se tornado alvo do bloqueio de bens pela Justiça. Foram bloqueados carros e contas bancárias de sócios da empresa, embora os valores ainda não tenham sido divulgados pela Polícia Civil.
Investigação e Desaparecimento
André Luiz Jesus Rosa, um dos sócios, desapareceu do escritório da empresa no dia 17 de março, fato registrado por câmeras de segurança. Clientes relatam investimentos feitos há anos, com dificuldades recentes para resgates. A investigação da Polícia Civil teve início devido à impossibilidade de resgate dos investimentos e à suspeita de fraude em larga escala.
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Vítimas e Ações Jurídicas
Uma das advogadas envolvidas na investigação paralela, Elaine Ferreira Silva, destaca a importância da inclusão do sócio oculto na responsabilização pelos danos causados. A advogada Beatriz Molizini, do mesmo escritório, afirma que o número de vítimas em São Paulo subiu de 500 para 800, com uma lista protocolada no Ministério Público. Estima-se que existam 2 mil vítimas em todo o Brasil, com relatos de clientes de diversos estados. A investigação segue em andamento, buscando apurar a extensão dos danos e a localização dos demais envolvidos.
A investigação continua em andamento, com a Justiça buscando apurar a responsabilidade de todos os envolvidos e a recuperação dos investimentos realizados pelas vítimas. O caso demonstra a importância da vigilância e da busca por transparência em investimentos financeiros.



