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Justiça concede liberdade à suspeita de participar de sumiço de empresário em Cravinhos

Marcela Silva de Almeida é esposa de Marlon Couto apontado como principal suspeito de atirar e matar Nelson Carreira Filho
Justiça concede liberdade à suspeita de
Marcela Silva de Almeida é esposa de Marlon Couto apontado como principal suspeito de atirar e matar Nelson Carreira Filho

Marcela Silva de Almeida é esposa de Marlon Couto apontado como principal suspeito de atirar e matar Nelson Carreira Filho

A Justiça concedeu liberdade a Marcela Silva de Almeida, Justiça concede liberdade à suspeita de, presa temporariamente por suspeita de participação no desaparecimento do empresário Nelson Carrera Filho, ocorrido em Cravinhos no dia 16 de maio. Marcela é esposa de Marlon Couto, apontado pela Polícia Civil como responsável por atirar em Nelson e ocultar o corpo, que até o momento não foi encontrado.

As investigações indicam que Marcela acompanhou o marido a São Paulo no dia seguinte ao desaparecimento para apoiar a família da vítima. Ela se entregou à polícia em 4 de junho e deixou a cadeia de Santa Rosa de Viterbo no domingo, Justiça concede liberdade à suspeita de, após a defesa conseguir um habeas corpus por ausência de provas contra ela.

“Não existe, nem em nenhum documento, nenhum elemento de prova efetivamente que indique a participação de Marcela no crime de homicídio, muito menos no crime de ocultação do cadáver”, afirmou a advogada Renata Medeiros, que também defende Marlon Couto e Felipe Miranda.

O marido de Marcela segue foragido, possivelmente fora do país. A defesa de Marlon informou que ele tem intenção de se entregar, mas a decisão será tomada nos próximos dias, após análise do inquérito policial. Felipe Miranda também está preso temporariamente, mas a defesa luta pela sua liberdade alegando que a prisão não preenche os requisitos legais.

O irmão de Marlon, Murilo Couto, passou a ser investigado por possível envolvimento no caso. Câmeras de segurança registraram Murilo trafegando com o carro de Marlon no dia do desaparecimento de Nelson. Além disso, Murilo teria pago uma dedetização na empresa de Marlon no dia 16 de maio, suspeita de ter sido forjada para facilitar a emboscada ao empresário.

“A gente acredita que ele pode ter participado de alguma forma na estratégia de utilizar esses para esconder os vestígios dos crimes, participando da questão da dedetização e da questão de levar o corpo para Miguelópolis. De alguma forma, seja buscando ou levando o veículo, a gente está apurando melhor isso aí”, declarou o delegado Eitor Moreira Assis.

O advogado de Murilo negou qualquer envolvimento ou informação sobre o caso.

Marlon Couto está foragido, mas confessou em carta enviada à polícia que matou Nelson e que o corpo foi jogado no Rio Pardo, em Miguelópolis. A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias e pretende pedir a prisão preventiva de pelo menos um dos envolvidos, Tadeu Almeida, gerente na empresa de Marlon, cuja prisão temporária foi prorrogada por 30 dias.

“A prorrogação da prisão do Tadeu é importante para as investigações em razão da gravidade do crime, que compromete a ordem pública da cidade. Essa prisão deve permanecer para evitar eventuais novos delitos e garantir a colhida de provas com tranquilidade, já que a liberdade desses investigados pode gerar temores nas demais testemunhas que precisam ainda ser ouvidas”, explicou o delegado.

O empresário Nelson Carrera Filho, de 43 anos, morador de São Paulo, desapareceu após participar de uma reunião de negócios em Cravinhos. A polícia acredita que o crime tenha relação com desavenças comerciais envolvendo uma marca de produtos para emagrecer, cuja patente Nelson teria reclamado e exigido pagamento de R$ 100 mil do parceiro Marlon Couto.

Detalhes sobre a liberdade de Marcela Silva de Almeida

  • Marcela foi liberada após habeas corpus concedido por ausência de provas.
  • Ela se entregou à polícia em 4 de junho e estava presa em Santa Rosa de Viterbo.
  • A defesa argumentou que não há elementos que indiquem sua participação no crime.
  • Marlon Couto é o principal suspeito e está foragido, possivelmente fora do país.
  • Murilo Couto, irmão de Marlon, está sendo investigado por possível participação na ocultação de vestígios.
  • Tadeu Almeida, gerente da empresa, teve prisão temporária prorrogada para auxiliar nas investigações.

Investigações e suspeitos envolvidos:

  • Nelson desapareceu após reunião de negócios em Cravinhos no dia 16 de maio.
  • A polícia suspeita de desavenças comerciais relacionadas a uma marca de produtos para emagrecer.
  • Marlon confessou ter matado Nelson e ocultado o corpo no Rio Pardo.
Informações adicionais

Contexto do desaparecimento e possível motivação: A polícia deve concluir o inquérito nos próximos dias e solicitar prisões preventivas para garantir a continuidade das investigações e evitar riscos à ordem pública. A CBN continuará acompanhando o caso e informará sobre novas atualizações.

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