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Justiça converte em preventiva prisão dos pais de menina que morreu com sinais de abuso, em Ribeirão

Morte da criança, de 4 anos, foi confirmada por médicos da UPA Norte, que chamaram a Polícia diante dos sinais de maus tratos
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Morte da criança, de 4 anos, foi confirmada por médicos da UPA Norte, que chamaram a Polícia diante dos sinais de maus tratos

Morte da criança, de 4 anos, foi confirmada por médicos da UPA Norte, que chamaram a Polícia diante dos sinais de maus tratos

A Justiça converteu para prisão preventiva a detenção dos pais de uma menina de quatro anos que morreu com sinais de agressão e abuso sexual na zona norte de Ribeirão Preto. Médicos da UPA Norte constataram a morte da criança e acionaram a polícia devido aos indícios de maus-tratos.

A Tragédia e a Prisão

Kelly Angelica Luiz Antônio, 44 anos, e José Fernando Trindade, 35, foram presos na madrugada de sábado. O casal responde por omissão de socorro, abandono de incapaz e estupro de vulnerável. A criança morava com os pais em uma comunidade do Jardim Aeroporto e foi levada à UPA na sexta-feira à noite com diversas lesões, principalmente no rosto, e sinais de abuso sexual. A mãe alegou estar trabalhando o dia todo e o pai disse ter ficado sozinho com a menina, que teria passado mal durante o dia. Informaram também sobre uma queda sofrida pela criança três dias antes, mas que não a levaram ao hospital por não apresentar queixas.

Investigação e Procedimentos

A equipe médica da UPA Norte constatou que a menina já estava morta há pelo menos 12 horas antes de chegar ao pronto-socorro. Após uma audiência de custódia no sábado, a prisão foi convertida em preventiva. O filho mais velho do casal, de seis anos, foi encaminhado ao Conselho Tutelar. A polícia investiga o caso, buscando esclarecer as circunstâncias da morte e confirmar a ocorrência de abuso sexual e maus-tratos, conforme indicam o boletim de ocorrência e o depoimento dos médicos. A investigação está em andamento, e os pais permanecem presos preventivamente.

Desfecho e Implicações

A investigação policial busca esclarecer os fatos e determinar as responsabilidades dos pais na morte da criança. A ausência de um advogado de defesa para o casal, no momento, dificulta o acesso a informações adicionais sobre o caso. O ocorrido destaca a importância da proteção de crianças vulneráveis e a necessidade de ações efetivas para combater a violência doméstica e o abuso infantil.

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