Graciela Dominciano de Souza e José Euripedes Pizzo de Matos Neto são suspeitos da morte do filho de dois meses
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo converteu em prisões preventivas as detenções em flagrante de Graciela Dominiciano de Souza, Justiça converte para preventiva prisão de, de 28 anos, e José Eurípio de Espiso, de 27 anos, suspeitos da morte do filho Luiz Miguel Dominiciano, de 2 meses, em Franca.
O bebê morreu na noite de domingo após ser internado na Santa Casa de Franca com sinais de desnutrição. Segundo o boletim de ocorrência, Luiz Miguel apresentava também uma queimadura no pescoço, que aparentava ter sido causada por uma bituca de cigarro.
Na decisão, o juiz justificou a prisão preventiva pelo risco de comoção social e pela necessidade de garantir a integridade física do casal enquanto os fatos são apurados.
Leia também
“Entramos com pedido de habeas corpus por ausência de indícios de autoria e materialidade do caso”, afirmou a advogada do casal.
Graciela e José Eurípio foram presos na noite de domingo após a polícia suspeitar de maus-tratos ao bebê, que deu entrada na Santa Casa em parada cardiorrespiratória e em estado crítico. Luiz Miguel tinha cerca de 2,5 kg, quase 1 kg a menos do que na última internação em outubro.
Os médicos acionaram a polícia após constatarem a queimadura no pescoço do bebê. Em depoimento, Graciela afirmou que o filho tinha lábio leporino e era alimentado por sonda, e que procurou atendimento médico após o bebê aparentar engasgar.
“Negamos que Graciela e Eurípides tenham maltratado o filho. Luiz Miguel passou por atendimento em hospital em Campinas, onde não foi diagnosticada desnutrição”, disseram os advogados.
Segundo a defesa, o bebê sofria de hipotireoidismo e fibrose cística, condições que motivavam a alimentação por sonda e explicam a perda de peso.
Decisão judicial: Prisão preventiva foi decretada para garantir a integridade física dos suspeitos e evitar comoção social enquanto o caso é investigado.
Estado do bebê: Luiz Miguel foi internado em estado crítico, com parada cardiorrespiratória, sinais de desnutrição e queimadura no pescoço.
Defesa dos suspeitos: Advogados afirmam que não há indícios de maus-tratos e que o bebê tinha doenças que justificam a alimentação por sonda e a perda de peso.
Informações adicionais
O caso segue em investigação, e não foram divulgados detalhes sobre o andamento do inquérito ou outras medidas judiciais.



