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Justiça dá prazo de 30 dias para Cohab providenciar novo imóvel para família do Jardim Juliana

Casa foi construída em cima de uma antigo lixão desativado e tem risco iminente de queda
novo imóvel Cohab
Casa foi construída em cima de uma antigo lixão desativado e tem risco iminente de queda

Casa foi construída em cima de uma antigo lixão desativado e tem risco iminente de queda

Família em Ribeirão Preto corre risco em imóvel danificado e aguarda realocação

Situação da Família

Uma família no Jardim Juliana, em Ribeirão Preto, enfrenta uma situação crítica em sua residência, localizada na Rua Dom Inácio João Dalmonte, número 103. A casa, construída em uma área afetada por chorume de um antigo lixão, apresenta graves problemas estruturais, com rachaduras e afundamento do solo. A dona da casa, Tânia, relata que a situação vem se agravando, com a casa sofrendo danos significativos recentemente, a ponto de um quarto ter se partido ao meio. Ela vive com medo de um desabamento, relatando noites sem dormir e a necessidade de medicação para acalmar seu filho, que também está amedrontado.

Ação Judicial e Prazo da COABE

Em 2014, a advogada de Tânia entrou com uma ação na justiça contra a COABE (Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto), solicitando uma nova moradia. Após perícia que constatou os danos causados pelo chorume e a necessidade de realocação, a Justiça de Ribeirão Preto deu um prazo de 30 dias para a COABE realocar a família ou pagar o aluguel de um novo imóvel. A advogada afirma que uma tutela de urgência foi deferida, determinando que a COABE forneça um imóvel similar ou pague um aluguel de R$1.000,00 até a decisão final do processo, sob pena de multa diária de R$2.000,00. A família aguarda a notificação da COABE e a resolução do problema.

Impasse e Preocupação

A reportagem mostra imagens da casa, com rachaduras profundas nas paredes e no chão, móveis retirados e a família em situação de extrema vulnerabilidade. Tânia afirma que não tem para onde ir e que a COABE e a Prefeitura sugeriram o abrigo Setrem, o que ela se recusa a aceitar, pois sua casa é quitada e ela não quer deixar seu lar. A situação é considerada uma tragédia anunciada, e a urgência na resolução do problema é evidente, para garantir a segurança da família.

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