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Justiça de Ituverava começa a ouvir policiais suspeitos de corrupção

Eles foram presos há dois meses, em ação do Ministério Público, acusados de organização criminosa; vereador está entre os nomes
corrupção policial
Eles foram presos há dois meses, em ação do Ministério Público, acusados de organização criminosa; vereador está entre os nomes

Eles foram presos há dois meses, em ação do Ministério Público, acusados de organização criminosa; vereador está entre os nomes

Prisões e Acusações em Tuverava

Em uma audiência realizada ontem em Tuverava, testemunhas e policiais presos foram ouvidos. A audiência faz parte de uma operação do Ministério Público, ocorrida há dois meses, que investiga organização criminosa e corrupção na região.

Detalhes da Operação

A operação resultou na prisão do delegado João Paulo Oliveira, cinco policiais civis e o vereador João Batista Nogueira (conhecido como João do Guincho). Os policiais atuavam em Tuverava, Rifaina e Guará. As acusações contra o vereador incluem o pagamento de propina em troca de favores para sua empresa. Além disso, todos os policiais são acusados de exigir dinheiro de vítimas para auxiliar na localização de bens roubados.

Desdobramentos e Defesas

No final do ano passado, um investigador já havia sido preso em conexão com o caso. O vereador João do Guincho, filiado ao PSDB, é o único que cumpre prisão domiciliar. A defesa do vereador afirma que provará sua inocência. O advogado do delegado João Paulo Oliveira preferiu não se manifestar, enquanto os seis policiais civis envolvidos negam as acusações.

O caso segue em andamento, e as investigações prometem trazer mais esclarecimentos sobre a extensão da organização criminosa e as práticas de corrupção na região.

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