Vail Julião, de 60 anos, foi morto durante o roubo de um malote de um posto de combustíveis no bairro Jardim Mosteiro
Quatro acusados de latrocínio são denunciados à justiça
Prisão preventiva decretada
A justiça de Ribeirão Preto decretou a prisão preventiva de quatro acusados pela morte de um frentista durante um roubo em abril, no Jardim Mosteiro. Julião, de 60 anos, foi vítima de latrocínio consumado e tentado. Entre os acusados estão Flávio Targino da Silva, apontado como autor do disparo que matou Julião; João Luiz Galves Franco, suspeito de liderar a quadrilha; e sua esposa, Ana Paula Pereira Galves Franco. Simone Galves Franco, funcionária do posto, também é acusada de fornecer informações sobre o transporte do malote.
Detalhes do crime e dos acusados
O malote roubado continha R$ 12 mil, que seriam divididos entre os criminosos. A polícia apurou que Simone receberia cerca de R$ 500. O menor que pilotava a moto usada na fuga não foi denunciado. Micaela Rodrigues, namorada de Flávio, foi liberada por falta de provas de envolvimento no crime. Três dos acusados estão foragidos; apenas Simone está presa desde 23 de abril. Nenhum dos três réus foragidos possui advogado.
Perigo à sociedade e pena
Ao aceitar a denúncia do Ministério Público, o juiz Paulo César Gentili considerou que a soltura dos acusados representaria um perigo à sociedade. A pena para o crime de latrocínio pode chegar a 30 anos de prisão.
O caso demonstra a gravidade da violência urbana e a necessidade de ações efetivas para combater o crime organizado. A investigação policial e a atuação do judiciário são fundamentais para garantir justiça e segurança à população.



