A Justiça decretou a prisão preventiva de Larissa de Souza, apontada como autora da tentativa de homicídio contra o companheiro, Adenilson Ferreira Parente, com um açaí envenenado. A decisão atende a pedido do Ministério Público, que considera o crime premeditado e praticado com meio cruel.
Segundo a acusação, Larissa utilizou veneno e dificultou a defesa da vítima. O crime só não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade da suspeita. A motivação ainda não foi esclarecida.
Premeditação
De acordo com o promotor Eliseu Berardo Gonçalves, não há dúvidas de que a mulher planejou o crime. A investigação aponta que ela já estava com o veneno antes mesmo de adquirir o alimento.
Ainda conforme o Ministério Público, após sair do estabelecimento com dois copos de açaí, Larissa teria aberto um deles e colocado “chumbinho”, substância tóxica, no produto destinado ao companheiro.
Investigação
As apurações também indicam que a suspeita tentou apagar possíveis provas ao restaurar o celular para as configurações de fábrica. Para o Ministério Público, há elementos considerados robustos e contundentes contra a investigada.
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Um dos indícios levantados foi o fato de Larissa ter sugerido uma lavagem estomacal à vítima, que relatava desconforto na garganta após consumir o açaí.
Foragida
A Polícia Civil esteve na casa do casal, mas não localizou a suspeita. Com o mandado de prisão em aberto, Larissa de Souza é considerada foragida da Justiça.
Além da prisão preventiva, o Ministério Público também solicitou indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil à vítima.



