Delegado Paulo Henrique Martins de Castro falou à CBN Ribeirão
A Justiça deve decidir hoje sobre a prorrogação da prisão temporária de Guilherme Longo e Nathalia Ponte, suspeitos na morte do menino Joaquim. O delegado Paulo Henrique Martins de Castro solicitou a prorrogação, temendo a fuga de Guilherme e preocupado com a segurança de ambos, devido ao clamor social e possíveis ameaças a testemunhas.
A Necessidade da Prorrogação
A prorrogação das prisões se deve à demora na entrega dos laudos periciais, cruciais para determinar a causa da morte de Joaquim e o possível envolvimento do casal. O delegado ressalta que as investigações estão avançadas, aguardando apenas a conclusão dos laudos para finalizar o inquérito policial.
O Papel de Nathalia Ponte
As investigações apontam que Nathalia pode não ter participado diretamente do homicídio. A polícia está estudando se ela será indiciada e por quais crimes, aguardando os laudos para concluir o inquérito e decidir sobre seu indiciamento. O Ministério Público considera a possibilidade de responsabilizá-la por omissão.
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Análise Jurídica da Prisão Temporária
Segundo o juiz aposentado Marco Antônio Voupon, a juíza Isabel Cristina Alonso do Santos deve considerar fortes indícios de autoria e a necessidade de novas investigações para prorrogar a prisão. A ausência de participação efetiva de Nathalia no homicídio pode influenciar na decisão sobre sua custódia.
A sociedade aguarda ansiosamente o desfecho deste caso, esperando que a Justiça determine as responsabilidades e traga clareza sobre os eventos que levaram à trágica morte do menino Joaquim.



