Secretário de TI do TSE afirma que em 24 anos do uso das urnas eletrônicas, nunca houve indícios de irregularidades
Do golpe do WhatsApp à segurança das urnas eletrônicas: um contraste de vulnerabilidades
Golpes virtuais: a experiência de Cristiane e Andréia
Cristiane Zanelato, cabeleireira, teve seu WhatsApp clonado e sofreu um golpe financeiro. Golpistas enviaram mensagens aos seus contatos, pedindo dinheiro em seu nome. A situação gerou insegurança e prejuízos. Andréia Preta, cantora, passou por situação semelhante. Três amigos transferiram dinheiro para os golpistas, acreditando se tratar da cantora. Ambas relatam medo e insegurança ao utilizar aplicativos, temendo novas fraudes.
Segurança das urnas eletrônicas: garantias e testes
Em contraponto às vulnerabilidades dos aplicativos de mensagens, o secretário de TI do Tribunal Superior Eleitoral, José P. Dutra Janino, afirma que a segurança das urnas eletrônicas brasileiras é respaldada por diversas garantias. Todas as suspeitas de fraude são verificadas por instituições independentes, como o Ministério Público e a Polícia Federal. Segundo o secretário, em 24 anos de uso, não houve nenhum caso comprovado de fraude. A segurança é reforçada por testes públicos, nos quais hackers tentam invadir o sistema, sem sucesso. Mais de 50 planos de ataque já foram testados, comprovando a resistência das urnas.
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Denúncias e segurança digital
Apesar dos investimentos em segurança, a desconfiança é um fator importante. Caso o eleitor suspeite de alguma irregularidade, é fundamental denunciar às instâncias competentes da justiça eleitoral. A conscientização e a denúncia são ferramentas cruciais para combater golpes virtuais e garantir a segurança do processo eleitoral e das informações pessoais.



